“Gostaria de acompanhá-lo em uma de suas atividades do dia-a-dia. Esta atividade pode se caracterizar por quaisquer compromissos que você tenha, envolvendo dinheiro ou não, desde que seja algo que você faz com frequência.
Eu participarei da situação, mas não de maneira invasiva, apenas observando-a. Durante ou após, farei perguntas para que me conte um pouco de sua história e para eu analisar como você constrói sua identidade pessoal de acordo com suas práticas de consumo e com o sentido que você dá para a questão da felicidade. Tudo muito simples, prático e direto.”
Foi desta forma que inicialmente abordei meus entrevistados. Neste projeto, meu objetivo não é outro senão trazer à tona uma discussão tão importante em nossos dias de angústia: afinal, existimos para consumir ou consumimos para existir?